Por
Néstor Pinsón

Orquestra Típica Mario Demarco

o final de 1951, a orquestra estava integrada por: Mario Demarco (bandônio e direção), Alberto Garralda, Tito Rodríguez e Ricardo Varela (bandônios), Luis Piersantelli, Antonio Blanco, José Singla e Jorge González —depois José Carli e P. Cabrera— (violinos); Ernesto Romero (piano) e Luis Addesso (contrabaixo). Os vocalistas eram Jorge Sobral e Raúl Quirós, mais tarde dedico-se ao gênero melódico como Donato Tramontano.

A orquestra permaneceu por dois anos e fez 18 gravações para o selo Pathé.

Em 1965: Mario Demarco (bandônio e direção), Antonio Lucas, Oscar Dellatorre e Osvaldo Postma (bandônios); Roberto Guisado, Enrique Postma, Washington Williman e Ricardo Bonvicino (violinos); Cayetano Giana, substituído por Andrés Rivas (viola); Víctor Marzzoli (cello), Raúl Mansilla (piano), Jorge Williman (contrabaixo). Vocalistas: Marcos Soler e Jorge Román. Oito títulos gravados.



Em 1966 cria uma nova orquestra para acompanhar ao cantor Rodolfo Lesica para gravar um disco LP. Mario Demarco, Nicolás Paracino, Mario Montagna e Alberto Caroprese (bandônios); Roberto Guisado, Juan Scaffino, José Nieso, Hugo Baralis, Bernardo Kaykoski e Antonio Vicari (violinos); Cayetano Giana (viola); José Bragato (cello) e Osvaldo Monteleone (contrabaixo).

Em 1967, na Cantina Ernesto, da rua Corrientes e Gallo, para acompanhar aos cantores que apresentavam-se diariamente, formou um trio junto a Norberto Ramos (piano) e Enrique Maldonado (contrabaixo).